DIsPaRo…
Junho 4, 2007
Como se não tivesse tempo,
Para as coisas práticas da vida,
Vou vivendo,
De sentidos a sentimentos,
De mão a ponta cabeça.
Com sustenidos assoprados,
Em meus tímpanos,
Caminho perdido.
Em frente da mesma encruzilhada,
Que segue como uma roleta russa,
Disparando de vez em quando.
Ela tenta me acertar.
A mim cabe o desvio,
A mim cabe a decisão,
Cabe o risco, o riso e o lamento.
Cabe o sim,
Cabe lidar com o não.
Até o próximo disparo.
POr falar em tempo….
Sempre é tempo. Tempo de sorrir, de chorar, de lembrar das coisas do passado ou planejar o dia de amanhã. Sempre é tempo. Tempo de contemplar o nascer de mais um dia, o entardecer pleno e calmo no verão, ou a rigidez de uma tarde de inverno. Sempre é tempo de olhar o desconhecido que perambula pelas ruas distraídamente, de colher uma flor, de lembrar da velha namorada que o tempo da juventude levou para um lugar qualquer. Sempre é e será tempo. Tempo para viver tudo na plenitude, sem deixar escapar um único detalhe. Tempo de julgar, analisar, acertar, errar, aprender e ensinar. O tempo sempre haverá de nos dar o tempo necessário para sermos aquilo que queremos ser. Então não o desperdice, nem passe por ele simplesmente por passar. Seja literalmente feliz hoje, agora, neste exato momento, enquanto houver tempo.
Não viva contra o tempo, ele não está contra você!
Gualter
Agora faço eu suas palavras. Que espaço abençoado é esse que encontramos entre as palavras. Onde tudo pode ser compreendido ou simplesmente sentido.
Gostei muito do que vc escreve, irei visitar sempre seu blog.
Também te desejo inspirações eternas.
Um grande abraço
Obrigada pelo comentário.
Renata Mafra