Aos Meus… Pedro Jaccoud…
Julho 19, 2007
E mais um post “Aos Meus”, segue, sei que atrasado, mais isto vai acontecer até a inspiração me for eterna e de mim saia pelos poros frazeados inteiros.
Foi muito difícil achar um texto ou uma poesia que lhe caiba.
A esperteza me falta.
A inspiração não supre.
Ficou pequena a palavra.
Dos Meus, tu és um dos grandes. E se o tempo passa que passe então por cima dos meus ombros, que ao lado dos teus, formem uma muralha e nos proteja das coisas da vida.
De ti que pude ver, lágrimas de menino e sorriso sincero, fico com o aperto de mão, forte como de costume, e implicâncias de irmão mais novo, que não cessa.Segue um texto do Zuenir Ventura que conta uma história a dois meninos, que aconteceu com ele e com o Vinicius de Moraes, e se acontecesse comigo acho que o teu nome é que eu gritaria.
“ME AJUDA PEDRINHO…”
“Distantes do grupo, nós dois estávamos sentados em bancos altos tomando uísque no balcão do bar, quando se deu o incidente. De costas para a cena, ouvi primeiro um estalo seco, quase metálico; depois, os gritos femininos: “sua p…, p… é você”. Antes de me virar, vi a cara de susto do poeta e seu apelo: “me ajuda, Zuenirzinho”. A sua capacidade de reduzir tudo a um diminutivo era tanta que até em meu nome, que não se presta a esse acréscimo carinhoso, ele conseguia botar um zinho. Virei-me rápido, saí correndo atrás dele, mas ao chegarmos à roda que então se formara, as duas damas já tinham sido devidamente apartadas e estavam contidas pela turma do deixa-disso. Soubemos então o que acontecera: num ímpeto de ciúme, a mulher do poeta agredira com um estridente tapa uma outra jovem brasileira que fora conosco ao cassino. Quando voltamos para os nossos banquinhos, devo ter olhado com suspeita para Vinicius, porque sua reação foi imediata: “não olha assim pra mim não, Zuenirzinho, dessa vez eu estou inocente!”.
Bendito vagabundo
Zuenir Ventura
No Mínimo . 02/12/2003
Sentimentos oportunos.
Julho 19, 2007
Ao me ser dito que a vida é feita de oportunidades, me pego em dificuldade para admitir e compreender isto.
Eu vivo aqui entre estas linhas…
Eu procuro definir que, a vida não se resumi, não devemos agir assim, tão “resumidamente”. No mais definitivo que possa ser algo temporário, devemos tratar a que a vida é um amontoado de sentimentos e sentidos, de escolhas, mas que não lhe são servidas e sim de fato, sentidas…
Fico imaginando que tudo que vivemos nos deixa um tipo de marca, como se fossem tatuagens, feitas de dentro para fora e se um dia fossemos virados ao avesso, lá estariam elas, as marcas de nossa história.
Eu sei que um dia não irei passar de um vulto na lembrança das pessoas, um vulto às vezes turvo, outras límpido, mas o que foi sentido por mim e os sentimentos que causei estarão marcados, tatuagens que não se pode apagar. Então imagino que até as lembranças recorrem aos sentimentos, primeiro recorda-se o que se sentiu, e sempre lembrarás de alguém.
Recorda-te do amor e lembrarás de uma pessoa amada.
Recorda-te da amizade e surgirá um sorriso.
Recorda-te da dor e um lento suspiro lhe cabe.
De mim, recorda-te às palavras, é lá estarei eu…
Dedicado a Elen Goes.
FÉriaS…
Julho 11, 2007
EU ESTOU DE FÉRIAS, SÃO SOMENTE 10 DIAS, MAS SOME ISSO AO TEMPO EM EU QUE NÃO ESCREVO NADA E SE TEM UM TÉDIO ABSURDO… RS
QUEM ROUBOU AS PALAVRAS QUE ESTAVAM AQUI… hehehe
DeSeRTO…
Julho 2, 2007
SIGO SECO... SEM PALAVRAS... COMO O DESERTO MAIS SECO... COM O SOL MAIS QUENTE E A AREIA MAIS FINA, QUE O VENTO CORTANTE NÃO CANSA DE ESPALHAR...